A importância das vitaminas contra a dor crónica

Mesmo não tendo uma cura definitiva, a dor crónica pode ser controlada e quanto mais cedo se começar a sua terapêutica, maiores serão as probabilidades de sucesso.

Uma das estratégias de combate à dor crónica pode e deve passar por uma alimentação mais cuidada e equilibrada, uma vez que o consumo de alimentos saudáveis diminui o risco de doenças degenerativas crónicas, como é o caso da Osteoartrose e da dor associada.

Sabe-se que a dor é uma resposta que acontece a nível cerebral a um determinado estímulo que pode ter origem em qualquer parte do corpo. Mas é importante ter a consciência de que, enquanto processo sensitivo, emocional e cognitivo, a dor pode ir além de uma pontual relação de causa-efeito. Na dor crónica, por exemplo, pode não existir uma relação linear e, nesse caso, o paciente pode sentir dor sem qualquer alteração evidente no seu organismo.

Para os pacientes que sofrem de Osteoartrose isto pode ser uma situação muito comum, dado que se trata de uma doença que provoca muitas vezes episódios agudos de dor, mas que também causa dor crónica. Temos, assim, uma doença crónica que acarreta sintomas de dor crónica e é nesse quadro que especialistas e pacientes devem procurar estratégias terapêuticas permanentes e continuadas.

No caso particular da alimentação, por exemplo, determinados nutrientes têm revelado uma excelente eficácia na prevenção e redução da dor crónica. Entre estes, destacam-se os ácidos gordos ómega-3 e ómega 6 que demonstram ter uma ação muito benéfica sobre estados inflamatórios, como os que resultam da Osteoartrose. Outro ainda é a vitamina D, a qual evidencia grande potencial na regulação da resposta imunológica dos pacientes. Sabe-se que a ausência desta pode estar na origem do desenvolvimento de várias doenças autoimunes. Já as vitaminas do complexo B mostraram ser importantes agentes analgésicos, também com ação anti-inflamatória e anti-pruriginosa (redução de pruridos).

Os pacientes que sofrem de Osteoartrose podem, assim, falar com o seu médico especialista e estabelecer um plano alimentar que inclua alimentos ricos nestes nutrientes e, a partir da dosagem mais indicada, procurar melhorias na sua funcionalidade e qualidade de vida.

Fonte (10/02/2022): https://portalatlanticaeditora.com.br/index.php/nutricaobrasil/article/view/1104/5614
MAT-PT-2200156 V1 March 2022

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