Aproveite o verão mesmo com Osteoartrose

O verão acabou de chegar e a vontade de sair à rua é maior do que nunca. E, como o exercício físico de intensidade leve ou moderada pode trazer benefícios positivos para os doentes de Osteoartrose, é altura de aproveitar. Contudo, há que ter em conta certas regras básicas, assim como algumas das limitações impostas pela atual situação de pandemia.

verão mesmo com Osteoartrose

O verão acabou de chegar e a vontade de sair à rua é maior do que nunca. E, como o exercício físico de intensidade leve ou moderada pode trazer benefícios do desporto ao ar livre, é altura de aproveitar o verão mesmo com Osteoartrose. Contudo, há que ter em conta certas regras básicas, assim como algumas das limitações impostas pela atual situação de pandemia.

A Osteoartrose é uma doença articular degenerativa que pode afetar regiões do corpo que são muito utilizadas e suportam grandes quantidades de peso, como é o caso do joelho.

De um modo geral, um programa de exercícios para pacientes com Osteoartrose deve estabelecer um conjunto de regras que permitam o alívio da dor e o aumento da mobilidade, não contribuindo de modo algum para o agravamento da condição do sujeito. Por isso, os exercícios devem ser bem regulados e individualizados, tendo em atenção a idade e as limitações de mobilidade, além do grau da doença.

O programa de exercícios deve incorporar atividades que melhorem o controlo neuromotor e o equilíbrio. Deve, igualmente, assegurar a realização de exercícios de aquecimento e arrefecimento, feitos com base em movimentos lentos, a utilização de um tipo de calçado apropriado e a interrupção dos exercícios em períodos de agudização da doença. Também é aconselhado que se dê ao doente a possibilidade de escolher a modalidade que prefere.

Contudo, não há dúvida de que o exercício físico pode e deve ser usado como um método eficaz de intervenção terapêutica no tratamento da Osteoartrose.

RESTRIÇÕES DURANTE A PANDEMIA

Durante este período, é ponto assente que na prática de exercício físico as distâncias de segurança e os cuidados a ter, devem ser mantidos.

Com o fim do Estado de Emergência (a 4 de maio de 2020), passou a ser permitida a prática de desportos individuais ao ar livre, nomeadamente ciclismo, corrida, golfe ou ténis. No entanto, continua a haver necessidade de se evitarem aglomerados e de se manterem as distâncias de segurança mínimas.

Desde logo, há que ter em conta que uma corrida, por exemplo, não é o mesmo que ir ao supermercado: a distância de dois metros não é suficiente quando falamos de exercício físico e atividades de grande intensidade, uma vez que o espectro de alcance das gotículas que são expulsas na expiração é, nestes casos, muito superior àquela que existe no cidadão comum quando está parado. Durante a prática de exercício, existem diferentes níveis de intensidade e, quanto maior o esforço, maior a libertação de gotículas. Ou seja, a distância de segurança deve ser maior também.

Outra questão a ter em conta, prende-se com o uso de máscaras. Apesar de ser obrigatório nalgumas situações do dia a dia, este não é de todo aconselhável durante o exercício físico, podendo até ser considerado antifisiológico. Correr de máscara não é agradável, nem é uma situação que facilite o esforço, uma vez que a ventilação é claramente dificultada.

Assim, manter uma distância social adequada ao esforço e à intensidade da modalidade que se pratica, é sempre a melhor solução. Pode-se também optar pela realização de exercícios em períodos onde existam menos pessoas. Fora isso, em espaços fechados e nas interações sociais, é sempre importante usar máscara de proteção. Ao ar livre, isolados e fora do espectro de outras pessoas, podemos prescindir do uso desta.

De um modo geral, temos sempre de pensar que estamos perante um vírus novo e que as opiniões e evidências vão-se alterando. Temos de aprender, todos os dias, a lidar com esta situação.

Fontes (16/06/2020): 1 | 2 | 3
MAT-PT-2000371 V1 06/2020

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