Osteoartrose: viver de forma positiva com a doença

Ter de viver com osteoartrose e os seus sintomas pode afetar não só as capacidades físicas dos pacientes, mas também o seu estado de espírito e a disposição para a vida. Para preservar o seu bem-estar, é fundamental que o indivíduo entenda a doença e reaja aos seus condicionamentos, de uma forma sempre positiva.

Ter de viver com osteoartrose e os seus sintomas pode afetar não só as capacidades físicas dos pacientes, mas também o seu estado de espírito e a disposição para a vida. Para preservar o seu bem-estar, é fundamental que o indivíduo entenda a doença e reaja aos seus condicionamentos, de uma forma sempre positiva.

Deixar de conseguir realizar algumas das tarefas diárias ou atividades de lazer, livremente, pode fazer com que o paciente com osteoartrose se entregue a um quadro de frustração e depressão. É preciso reagir e encontrar formas de ultrapassar este ciclo negativo, o qual é suscetível de conduzir a um progressivo isolamento, contribuindo para piorar ainda mais a sua situação.

Tudo passa por uma adaptação mental às novas circunstâncias, ser capaz de aceitar as limitações impostas por esta patologia e ultrapassá-las.

Desde logo, existem todas as razões para se procurar o contacto social e não perder a capacidade de agir e interagir. Mesmo em situações de reforma profissional, em que a atividade do indivíduo se pode reduzir significativamente, é essencial procurar novos interesses e interações, recusando o sedentarismo.

Socializar vai fazer com que o paciente deixe de estar sistematicamente a pensar na sua condição e encontre novas razões para se divertir e usufruir da vida. É importante sentirmo-nos ativos, valorizados, fazer amigos, descobrir propósitos, etc. Tudo isso nos torna mais fortes e resistentes à adversidade.

Sobretudo no caso dos mais idosos, não se deve perder a oportunidade de travar novas amizades e conhecer outras realidades, de aprender todos os dias em universidades seniores ou bancos de voluntariado, por exemplo.

Também há todo o interesse em encontrar novos hobbies ou passatempos. Mesmo que exista alguma limitação de nível mecânico, com dor ou rigidez, pode-se conseguir realizar as tarefas de uma forma mais simples ou menos intensa. Se custa correr, caminhar pode ser a melhor solução.

Existem, ainda, terapeutas ocupacionais que estão preparados para analisar cada caso e propor soluções. Nada melhor que ir tentando e descobrindo, por si ou com a ajuda de outros. A osteoartrose pode ter limitações, mas estas não significam que desista de tentar… e conseguir!

Fonte (13/09/2022):

https://sapientia.ualg.pt/bitstream/10400.1/10862/1/UM%20MANUAL%20PARA%20PESSOAS%20COM%20OSTEOARTROSE_final_PT.docx.pdf

MAT-PT-2201033 v1 outubro 2022

 

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