Viver com a dor no joelho

As doenças crónicas são responsáveis por 88,5% dos anos em que as pessoas vivem com incapacidade e os problemas músculo-esqueléticos constituem a maior percentagem. A doença reumática provoca dor, limita a capacidade funcional e piora a qualidade de vida, sendo a Osteoartrose um dos principais problemas reumatológicos.

As doenças crónicas são responsáveis por 88,5% dos anos em que as pessoas vivem com incapacidade e os problemas músculo-esqueléticos constituem a maior percentagem. A doença reumática provoca dor, limita a capacidade funcional e piora a qualidade de vida, sendo a Osteoartrose um dos principais problemas reumatológicos.

SINTOMAS

Em Portugal, as doenças reumáticas são responsáveis por 43% do absentismo e por 35 a 41% das reformas antecipadas. Atingem pessoas em qualquer idade e fase da vida e necessitam de tratamento adequado e continuado. A dor reumática não desaparece com o repouso. Sintomas, sem razões aparentes, como a fadiga, a sensação de cansaço extremo ou a falta de energia, são alguns dos mais frequentes de quem sofre de doença reumática, mas a depressão também pode surgir em paralelo.

EFEITOS

Estes sintomas têm um enorme impacto na vida das pessoas. Além disso, a progressão da doença e alguns efeitos secundários da medicação, tendem a piorar a situação dos pacientes. Nas suas formas mais agudas, as doenças reumáticas podem originar infeções fatais, como a pneumonia, além de representarem um risco significativamente mais elevado de o indivíduo desenvolver outras doenças associadas, como as doenças cardiovasculares ou o cancro.
É natural que a capacidade de trabalho de quem sofre destas patologias seja afetada, sobretudo nas alturas de crises. Há também a considerar a necessidade de se recorrer a cuidados de saúde como consultas, tratamentos, exames complementares de diagnóstico, etc. Os custos relacionados com estes cuidados, são das despesas de saúde mais caras para os sistemas de saúde europeus. Assim, a doença reumática afeta a vida a vários níveis e a depressão associada é bastante frequente.

O QUE FAZER

A doença reumática, como a Osteoartrose, pode ser bastante imprevisível, mesmo quando se providenciam os tratamentos adequados. Assim, se o primeiro desafio é compreendê-la, o desafio seguinte será o de aprender a viver e conviver com ela no dia a dia. Desde logo, é essencial que não se desprezem os primeiros sintomas e que a doença seja diagnosticada o mais cedo possível. De seguida, é essencial a adoção de estilos de vida saudáveis, sem tabaco, álcool ou excesso de peso, pois estes são alguns dos fatores de risco associados.

Em simultâneo, deve-se seguir o que o especialista que acompanha o caso prescreve: os atuais tratamentos permitem reduzir o prognóstico de incapacidade e, desta forma, diminuir o impacto da doença nos indivíduos, famílias e sociedade.

Fonte (22/05/2020)

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